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25 de Agosto de 2026
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Acontece com os livros o mesmo que com os homens, um pequeno grupo desempenha um grande papel.
Voltaire
(escritor e filósofo francês 1694-1778)


Temo o homem de um só livro.
São Tomás de Aquino

De tudo o que se escreve, apenas amo o que se escreve com o próprio sangue.
Nietzsche

 
O oposto de uma afirmação correcta é uma afirmação falsa. Mas o oposto de uma verdade profunda pode ser outra verdade profunda.
Niels Bohr


Não se pode ensinar tudo a alguém, pode-se apenas ajudá-lo a encontrar por si mesmo.
Galileu Galilei

Dezembro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
A rapariga que roubava livros
Markus Zusak
Presença

Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito.
E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência.