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11 de Julho de 2026
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Sempre imaginei que o paraíso será uma espécie de biblioteca.
Jorge Luis Borges

 
Já que não podemos ler tantos livros quantos os que podemos ter, basta que tenhamos tantos quantos possamos ler.
Séneca

 
Na Natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma.
Antoine Lavoisier

 
A honestidade foi e será sempre a arma decididamente mais forte para todas as lutas da humanidade que vive e progride.
Enrico Fermi

 
O oposto de uma afirmação correcta é uma afirmação falsa. Mas o oposto de uma verdade profunda pode ser outra verdade profunda.
Niels Bohr

Dezembro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
A rapariga que roubava livros
Markus Zusak
Presença

Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito.
E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência.